As inteligências que conectam os Empreendedores

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Plano de Negócios ou Canvas, na dúvida o que usar?
26 de outubro de 2017
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Quando não aprendemos a lidar com nossas emoções elas podem causar impactos devastadores em nossas vidas, é aqui que entra a necessidade de perceber, avaliar, controlar e expressar emoções, ou simplesmente inteligência emocional. Daniel Goleman, autor renomado da temática, compartilha um estudo que mostra que o sucesso pessoal ou profissional depende mais da inteligência emocional que o Quociente de Inteligência (QI), para ser mais especifico cerca de 80{3fb5a67e1ab6e5b14dcd4971a4dacae4a41658118017fc341f5bee97ce1864e1} do sucesso, vai depender da inteligência emocional.

A Inteligência Emocional citada por Daniel Guleman é dividida em quatro principais categorias: Autoconhecimento – reconhecer as emoções que existem dentro do empreendedor e que vem a superfície quando certas coisas acontecem; a segunda categoria é o Controle Emocional, qualquer um pode ficar com raiva, mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo, de maneira certa, isso não é nada fácil. O controle emocional não tem o objetivo de suprimir nenhuma emoção, pois cada uma tem a sua função. A Empatia, terceira categoria, é a habilidade de se conectar com os sentimentos de outras pessoas e identificar como as suas ações podem afetá-las. E a última Habilidades Sociais, que são a combinação de todas as categorias anteriores, ambas fundamentais ao perfil empreendedor.

A coisa mais efetiva para lidar com o controle emocional é respirar bem fundo, uma boa caminhada, e finalmente sempre que pensamentos negativos vierem a sua frente, use o benefício da dúvida, e troque por pensamentos positivos. O filósofo Evan do Carmo, afirma que “descobre-se o grau de Inteligência Emocional de uma pessoa, discordando dela”, é uma ótima reflexão.

A Inteligência Relacional também é fundamental ao empreendedor, é a habilidade de mobilizar pessoas e recursos em prol de um objetivo. A base da Inteligência Relacional é o Networking. Para Erica Dhawan, autora do livro, Get Big Things Done: The Power of Connectional Intelligence (2015), afirma que quem quer ter inteligência para se conectar, precisa estar sempre pronto a estabelecer novas amizades e ter uma atitude mais receptiva ao mundo. A Inteligência Relacional evoca o poder da conexão, E é composta de cinco atitudes básicas, afirma a autora, iniciando pela atitude da CURIOSIDADE – procura explorar diversos ângulos de um problema em busca de novas perspectivas; seguido da COMBINAÇÃO – Costuma reunir diferentes ideias, recursos e produtos e combiná-los para criar novos conceitos? A terceira attitude é COMUNIDADE – Como é a minha relação com a comunidade? Eu poderia me conectar com mais e diferentes pessoas para desenvolver novas ideias? CORAGEM – Eu fujo de conversas difíceis ou procure encorajar esse comportamento em minha equipe? E por fim COMBUSTÃO – Eu tenho encorajado e mobilizado minhas redes a pensar diferente também?

Para desenvolver a Inteligência Relacional do empreendedor, é fundamental conquistar a confiança dos colegas, praticar inovação sem contrariar a cultura da organização e explorar vários tipos de ferramenta de conexão.
E por fim a Inteligência Artificial, esta tem atuado a favor do empreendedor. Startups costumam ser motores deste desenvolvimento. Empresas como Google, Intel, Yahoo, Apple e Salesforce, estão na corrida para comprar empresas de inteligência artificial, afirma a empresa de monitoramento de investimentos, CB Insights. Além de ampliar as oportunidades de mercado para o empreendedor, a Inteligência Artificial impulsiona a vivência do empreendedor no mundo da inovação.

Estas três inteligências conectadas impulsionam o empreendedor a impactar e transformar sua vida pessoal e profissional com foco nos resultados.